Underground Files #8 – Planetary

March 8th, 2010 | By Jeysser

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“Somos arqueólogos do impossível em busca da história secreta do século XX”.

Comicmen Assembled! Continuando com a ressurreição de velhas colunas, hoje retomamos os Underground Files, onde são apresentadas HQs que apesar de conhecidas geralmente não estão no circuito convecional de quadrinhos. E para comemorar esse retorno apresentarei, para quem não conhece (você, seu FREAK-ET-do cacete), Planetary  de Warren Ellis.

Criada pelo escritor Warren Ellis e o desenhista John Cassaday , Planetary teve sua estréia em Gen¹³ nº 33 . A primeira edição saiu em abril de 99. Foi planejada originalmente para ser uma série bimestral de 24 edições, (more…)

UNDERGROUND FILES: MESMO DELIVERY

June 20th, 2009 | By Altemar Gavião

cover_mesmo_delivery_englishMESMO DELIVERY é uma graphic-novel nacional escrita e magistralmente desenhada pelo nosso conterrâneo Rafael Grampá. Apesar de ser uma prata da casa, ela foi lançada primeiro nos Estados Unidos, provocando sucessivas explosões de cabeças por lá. Do tipo: “De onde veio esse cara!?”. Grampá acabou levando um Eisner Award por melhor antologia, não por Mesmo, mas pela revista “5” em parceria com os já famosos gêmeos Bá e Moon.

Muitos críticos têm descrito Mesmo Delivery como um episódio de Além da Imaginação, e talvez seja mesmo isso. A história começa em uma estrada não identificada que pode ser qualquer lugar, por onde passa o caminhão do serviço de entregas que dá nome à revista. Enquanto o rádio toca Elvis em toda altura, somos apresentados a Rufo, um ex-boxeador que agora é motorista de caminhão, e seu passageiro Sangreco, um magrelo imitador do Elvis e muito contador de vantagem. E Pronto, é melhor parar por aqui, pois o que se segue é uma sequência desenfreada de explosões de cabeça.

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Underground Files #6: Fell

June 1st, 2009 | By Altemar Gavião

Snowtown é uma cidade onde o sol não brilha durante o dia, mas na lua cheia os loucos saem para brincar. Um lugar castigado pelo crime e a impunidade, em que a única delegacia conta com apenas três detetives e meio para proteger a população de todos os degenerados que se escondem pelos becos. Qualquer pessoa com um minimo de sanidade fugiria de Snowtown na primeira oportunidade que tivesse, e talvez já tenham feito isso. Nessa cidade existe um lobo em cada esquina esperando para te pegar e não tem ninguém para lhe proteger.

Mas isso mudou quando Rich atravessou a ponte.

001A idéia surgiu por causa de Alan Moore, assim como muita coisa. Mas vamos voltar um pouco mais para entendermos o contexto.

A muito tempo, em um lugar distante chamado Estados Unidos, que naquela época ficava ainda mais longe, porque não existia internet, um garotinho entrou em uma lojinha de conveniência com sessenta centavos no bolso e saiu de lá com uma revista em quadrinhos do Batman. Aquela história o marcou tanto que quando ele cresceu escreveu sua própria revista do Batman que se chama The Dark Knight´s Returns, ou apenas O Cavaleiro das Trevas. Claro que nem todo mundo que lia revistas em quadrinhos levou a coisa tão a serio quanto Frank Miller, mas com certeza elas marcaram a vida de muitas crianças. Alan Moore adorava isso nas HQs, você poderia entrar em uma lojinha com alguns centavos no bolso e sair com aquilo que ele chama de “uma verdadeira fatia de cultura”. Ele disse isso em uma entrevista para um fanzine, que por sua vez foi lido por um cidadão chamado Warren Ellis.

Ellis vivia em um mundo muito diferente quando leu essa entrevista. Os quadrinhos eram mais capitalizados, produzidos industrialmente com centenas de títulos por mês, por US$ 2,99. Então ele pensou em fazer alguma coisa a respeito. Daí surgiu a idéia escrever um novo formato de revista, menor mas com um estilo narrativo que permitiria colocar muito conteúdo em poucas paginas sem perder qualidade. Ai ele comentou o assunto em sua lista de discussão na net, perguntando quem toparia entrar com ele no projeto.

Ben Templesmith respondeu: “Diabos, eu faço… Não tem nenhuma porcaria de Vampiro nisso, não é?”

O resultado foi Fell, uma série mensal da Image, onde cada edição tinha 16 paginas ao custo R$1,99, e cada edição contava uma história completa que podia ser lida independente das que viessem antes, ou depois. Feita no estilo inglês de nove quadrinhos por pagina, o mesmo que foi usado em Watchmen. E contava com o roteiro afiado de Warren Ellis (Planetary, The Authority, Hellblazer) e a arte inquietante e Ben Templesmith (30 Dias de Noite, Crimes Macabros). Sucesso instantâneo, a série teve vários números esgotados e reimpressos.

003Rich é um detetive recém transferido para Snowtown vindo do outro lado da ponte. Ao chegar ele encontra uma cidade totalmente tomada pelo crime. Com uma única delegacia sem quase qualquer recurso e um delegado meio louco que chora o tempo todo enquanto está sozinho. Ao ler a descrição de Snowtonw, qualquer leitor de quadrinhos desavisado vai logo dizer: “Sin City”, mas não. Sin City é uma cidade regida pela fúria e pela luxuria, enquanto Snowtown é uma cidade de pessimismo e loucura, com um clima mais parecido com Silent Hill.

002Rich nunca disse o real motivo de ter se transferido, mas deixou claro que não pode voltar. A cada edição ele investiga um crime mais perturbador do que o outro, principalmente por sua proximidade com realidade. Ellis afirma que baseia cada uma das edições de Fell em crimes reais que ele lê nos jornais. O resultado são historias de suspense de causar medo até no editor do Diario de Pernambuco*.

Os personagens de Ellis, tão humanos e cheios de limitações, são o que dão o tom realista e envolvente da obra. Rich, apesar de ser um super detetive, não consegue cuidar de uma cidade inteira sozinho. E algumas vezes ele é tão bom no trabalho que isso compromete seu objetivo. Como em um caso em que ele tenta levar um assassino para a cadeira elétrica, mas acabada, sem querer, dando ao advogado argumentos para a defesa.

Ao ler uma única edição você se sente imediatamente imerso no clima de Snowtown, com suas características recorrentes. A mais chamativa delas é a Marca de Snowtown, um S cortado por um X, que aparece em pixações por toda parte da cidade. A origem da marca não é explicada, mas a população acredita que ela possui poderes mágicos e a usam como amuleto de proteção. E logo na segunda edição, Rich descobre que, se quiser sobreviver aqui, vai precisar de toda proteção que puder arranjar.

004E para temperar uma boa historia de suspense por que não colocar algumas doses humor negro? Em todas as edições Rich encontra, em algum momento com uma mulher velha vestida de freira que anda pela cidade fazendo todo tipo de bizarrice. Temos também o delegado maluco que quer aprender bruxaria para combater o crime, com uma secretária, que ficou seriamente perturbada depois do fim de um relacionamento e termina toda conversa falando de como ela não é valorizada apesar de ser tão boa na cama, e o legista que insiste em comer enquanto faz seu trabalho.

Para concluir, Fell é uma ótima série, que todo fan de HQs precisa conhecer. E a melhor parte é que ela já foi lançada no Brasil em um encadernado pela Landscape. E pode ser facilmente encontrada em livrarias, comicshops e pela internet. Infelizmente a versão brasileira não é tão barata e acessível quanto a original, mas com certeza vale cada centavo.

Momento do desabafo : Pessoal, nós fizemos dois podcasts e uma matéria falando do quão ruim são as histórias do Wolverine, e mesmo assim, compramos religiosamente, todos os meses, revistas de R$ 7,50 sabendo que são ruins. Então criem um pouco de vergonha na cara e comprem Fell! Fim do momento de desabafo.

Se estão curiosos, confiram a primeira edição em PDF no site da editora.

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*O jornal é famoso no nordeste pela grande quantidade de crimes violentos por pagina.

Underground-Files#5 – The Spirit

May 26th, 2009 | By Jeysser

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Em Junho de 1940 Will Eisner criou The Spirit, uma série de quadrinhos que passou a ser publicada em um jornal dominical. Eisner trabalhou como editor, mas também escreveu e desenhou a maioria das histórias. The Spirit era um dos nomes de Denny Colt, um homem que foi considerado morto, mas que na verdade vivia secretamente como um anônimo lutador no mundo do crime. As histórias abordavam uma larga variedade de situações: crime, romance, mistérios, horror, comédia, drama, e humor negro.the_spirit_1_page_2

As histórias de The Spirit tinham sete páginas cada. As 16 páginas da seção do jornal normalmente incluíam mais duas histórias com quatro páginas cada (inicialmente Mr. Mystic e Lady Luck). A história mostrava semelhanças com Batman e Dick Tracy, com vilões coloridos e era contada em sequência rápida. Sua origem e a máscara negra lembra o popular Lone Ranger.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Eisner se alistou no exército. Na ausência dele, o sindicato que comercializava seus quadrinhos passou a usar escritores e artistas fantasmas para continuar a história. Porém, muitos fãs acreditam que as melhores histórias são aquelas que Will Eisner escreveu e desenhou. Eisner desenvolveu um estilo cinematográfico; com o uso de sombras e ângulos diferentes de visão (inspiração de tirada de Film noir). E desenhava de forma que o leitor se identificasse com o personagem. O título “The Spirit” era normalmente integrado ao fundo ou a paisagem da primeira página de cada série.

The Spirit parou de ser publicado em meados dos anos cinqüenta, quando passaram a ser publicadas as ” histórias de Trip to the Moon ” por Eisner e Wally Wood.

Levando em consideração as características atuais, The Spirit foi publicado por muitos anos. Kitchen Sin Press publicou reimpressões extensas da série, primeiro em formato grande e preto e branco e como os tradicionais livros que eram vendidos no comércio. Antes mesmo do falência da editora, uma nova série de The Spirit passou a ser produzida por muitos talentos dos quadrinhos. Atualmente a DC Comics está relançando a série. A última aparição de The Spirit (produzida por Eisner) está em um número recente de The Escapist, publicação da Dark Horse Comics.

Em 2008, no Brasil, foi publicado um encontro entre Batman e The Spirit escrito por Jeph Loeb com arte de Darwyn Cooke.spirit-2

The Spirit e outras mídias

A personagem foi o tema de um filme feito para televisão em 1986 e foi estrelado por Sam Jones como The Spirit e com a atuação também de Nana Visitor. Eisner desaprovou o tom do filme que tendeu para a paródia, se assemelhando a série de TV do Batman produzida nos anos 60. Embora tenha sido considerado um piloto para uma nova série, o projeto não foi levado adiante.

The Spirit teve aparição rápida no filme de animação The Iron Giant .

Em 2008, estreou uma nova versão cinematográfica, escrita e dirigida por Frank Miller (autor das histórias em quadrinhos Batman – O Cavaleiro das Trevas, Ronin, por uma fase célebre do Demolidor e por Sin City). Miller utilizou as mesmas técnicas empregadas em Sin City, com uma visão particular da personagem, apostando em sua capacidade de reinventar personagens clássicos (afinal, o Batman que conhecemos hoje deve muito a reinterpretação de Miller). Mas o filme foi duramente criticado pelas diferenças com relação à obra original e foi um fracasso de bilheteria.

The Spirit – o filme-bomba de Fran Miller

A exemplo de Sin City – A Cidade do Pecado, temos aqui um visual impactante, bastante fiel a linguagem dos quadrinhos. A utilização do contraste entre tons de cinza e cores quentes, como o vermelho, por exemplo, garante um aspecto que chega a impressionar pela sua beleza e plasticidade em algumas cenas.

Mas se os aspectos visuais tiveram uma atenção especial o mesmo não se pode dizer da narrativa escolhida. Fidelidade de transposição de uma obra de um meio para outro não significa, de modo algum, fazer uma cópia. Cinema e literatura (nesse caso HQ) podem ter visuais parecidos, mas o ritmo e a linguagem são completamente diferentes.

Lamentável que Frank Miller, autor de obras como Sin City ou Os 300 de Esparta tenha uma estréia tão pífia na direção. Não por falta de qualidade da obra original ou por falta de talento. Mas pela insistência em querer fazer da tela do cinema um grande gibi. Como diretor, Frank Miller continua sendo um ótimo quadrinista.

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Underground Files#4: O Fantasma

May 18th, 2009 | By Jeysser

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“Juro que dedicarei toda minha vida à tarefa de destruir a pirataria, a ganância, a crueldade e a injustiça. E meus filhos e os filhos de meus filhos me perpetuarão”.
Criado por Lee Falk , a hq O Fantasma conta as aventuras de um combatente do crime, mascarado que e usa mascará e uma roupa característica. A série começou a ser publicada em jornais diariamente em 17 de fevereiro de 1936, e aos domingos, como edição colorida, em maio de 1939, continuando até os dias atuais. Falk encarregou o desenhista Phil Davis do desenho de suas histórias.

UNDERGROUND FILES# 3: DYLAN DOG

May 8th, 2009 | By Altemar Gavião

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Para quem não conhece Dylan Dog é um personagem de quadrinhos italianos que já teve edições lançadas pela Conrad, Mythos e Record. E ainda podem ser encontradas em bancas junto com as revistas do Tex naquele formato livrinho, na parte de baixo da prateleira de quadrinhos, junto com aquelas outras revistas para as quais você não está nem ai.

Apesar da pouca fama Dylan Dog é uma das revistas mais divertidas que eu já tive a sorte de conhecer (valeu Cacá). Trata-se de um detetive particular especialista em casos estranhos, e apesar de não serem necessariamente sobrenaturais, confrontos entre o ele e lobisomens, vampiros e zumbis são bastante comuns. Quase sempre suas histórias possuem doses terror estilo trash, com terror estilo Seven, e pitadas variadas de humor negro.

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UNDERGROUND FILES#2: SANDMAN

May 5th, 2009 | By Jeysser

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“Com um punhado de areia

eu mostrarei o terror a vocês…”

Sandman

Saudações crianças da noite. Apos um tempo que eu havia postado o primeiro Underground files sobre Hack/Slash (que você confere aqui:) pensei: “Putz! Que heresia! O primeiro Underground files tinha que ser com um dos mais famosos personagens undergrounds dos quandrinhos! Sandman!” Bem, para me redimir acionei toda a equipe de investigação do sandmanUnderground files (Wikipédia cof!cof!) para trazer a ficha completa de nosso amigo conhecido por vários nomes entre eles Morpheus…… Criado pelo magistral Neil Gaiman em 1988, a hq Sandman conta a história de Sonhar, um dos perpétuos (entidades que representam vários aspectos da vida humana como Destino, Delírio etc) e que é o senhor do mundo dos sonhos. As historias de Sandman nos EUA foram divididas em 13 arcos contadas em 75 edições nos EUA e 10 edições (encadernadas) aqui no Brasil em uma salada fenomenal de datas mas que foi publicada completa pela editora Globo na época. Sonhar durante sua caminhada entre os humanos colecionou vários nomes para si: Mórficos, Sandman, Oneiros, Oniromante e Lorde Moldador. Isso só para citar alguns. O castelo no qual Sonho habita e todo o resto do Sonhar mudam de aspecto à sua vontade, mas certas áreas têm sua forma mantida como uma cortesia a seus habitantes. Sonho parece ser o único Perpétuo a povoar seu reino – muitos outros personagens vivem lá. Os Perpétuos ou Sem Fim (Destino, Morte, Sonho, Destruição, Desejo, Desespero e Delírio) são um grupo de seres que personificam vários aspectos do universo na série de história em quadrinhos Sandman, de Neil Gaiman. Eles existem desde a aurora dos tempos e acredita-se que estão entre as criaturas mais poderosas (ou pelo menos influentes) do universo Sandman, desempenhando papel central ao longo da história, em que Sonho é o protagonista. Os Perpétuos são uma família pouco convencional de sete irmãos. Em suas formas mais comuns, todos têm a pele branca (apesar de Destruição, Delírio e Destino serem bem menos pálidos que os outros) e a maioria tem cabelos negros, mas as aparências e personalidades variam bastante. Eles têm algum controle sobre os conceitos que representam mas, da mesma forma que os deuses retratados em Sandman, também são modelados a partir de expectativas e crenças subconscientes dos seres humanos. Em particular, a aparência de Sonho varia bastante, dependendo do observador.

UNDERGROUND FILES #1: HACK/SLASH

April 27th, 2009 | By Jeysser

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Mais uma estréia aqui no comicpod! Em UNDERGROUND FILES iremos tratar de hqs ou personagens que não são trailers6muito conhecidas no circuito comercial convencional. Bem para os amantes dos quadrinhos o termo Hq’s undergrounds podem ter 3 significados: Uma ótima historia, um ótimo personagem ou nenhum dos dois e você se ferrou lendo uma merda e perdeu seu tempo. Bem aqui nos trataremos so dos dois primeiros tipos (talvez algum dia por zuação eu fale sobre alguma serie do terceiro tipo). Então vamos a nossa primeira convidada: Cassandra Hack: caçadora de serial killers.cbc3

A HQ Hack/Slash criada por Tim Seeley e Stefano Caselli conta as desventuras de Cassandra Hack e seu amigo Vlad que viajam pelos EUA em busca de Slashers. Os Slashers são serial-killers com poderes sobrenaturais como Jason, Freddy Krueger, Michael Myers etc. A Hq é uma mistura de terror, humor-negro e homenagem a varias séries de terror e filmes B muito conhecido dos Nerds. Cassie é filha de uma Slasher, a Mulher-Almoço (engraçado né? Pois é quando você descobrir o porque do nome vai ficar menos engraçado rsrs) e devido aos atos psicóticos de sua mãe no passado para protege-la Cassie cresceu orfã e revoltada. Seu pai ate então ela acreditava que a tinha abandonado mas com o passar da historia ela descobre seu envolvimento inclusive na origem dos Slashers. Cassie tem a ajuda de um Slasher chamado Vlad, que é uma versão mais sociavel do Jason de Sexta-feira 13, que também caça Slashers por seus proprios motivos. Vlad rende muitos momentos engraçados pois ele é extremamente feio e ignorante mas muito intimidador quando nescessário. lolt3

A série Hack/Slash como citei acima homenageia varias séries de terror, vemos citações a Sexta-feira 13, a Hallowen Brinqudo Assasino entre vários filmes B menos conhecidos (mas que com certeza quem gosta ja assistiu no Cine Trash na Band) mas também explora as lendas urbanas como as bandas de rock que fazem pacto para obter sucesso, as belas garotas da universidade que absorvem a força vital da novatas desavisadas e brinquedos possuídos. Enfim temos casos investigados por Cassie e Vlad que ao mesmo tempo que são trashs (vocês nem imaginam quem é o cantor famoso morto que faz a ponte entre a banda de rock e a entidade infernal) são hilárias e em outros casos são sérias e dignas de boas historias de terror. Outro ponto interessante é que Cassie, que nunca teve um envolvimento amoroso devido a seus complexos e sua historia de vida, em uma de suas investigações conhece uma garota que torna sua amiga e com o passar do tempo sua amizade se torna algo mais. As duvidas de Cassie com relação a sua sexualidade são muito bem exploradas sendo uma das partes mais sérias da HQ.

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E buscando informações para essa matéria acabei descobrindo algo muito interessante. Hack/Slash tera um filme. O filme estava programado para 2008 mas, ao que parece foi adiado para 2010. O Filme será produzido pera Rogue Pictures dirigido por Todd Lincoln, o roteiro foi escrito também por Todd com auxilío de Ben Magid. Apesar de não ter protagonista definida ja tem gente correndo atras do papel, a musa sensação dos nerds , Megan Foxx.

Bem Hack/Slash ainda não foi publicada no Brasil então para quem se interessou pode encontrar a série nos sites de scans ai pela net ou nas importadoras. Uma bela garota, gótica, lésbica, violenta que caça psicopatas sobrenaturais com direito a muuuuuuuuuuuuito sangue, esquartejamentos…EU RECOMENDO!

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